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Diversidade marca a abertura do Projeto Legado 2018

Publicado em 27/03/2018

Iniciamos mais um capítulo de nossa história. Na última sexta-feira, 23, fizemos a abertura do Projeto Legado 2018, a sexta edição do programa que oferece formação e aceleração de impacto para iniciativas socioambientais. O evento foi realizado no auditório da FESP, no centro de Curitiba, e reuniu mais de 40 empreendedores sociais de diferentes regiões do Paraná e do país. Esse foi o momento de conhecer as instituições selecionadas por meio de uma rodada de pitches (com um minuto e 30 segundos cada) feitos por seus representantes. As apresentações contaram com a presença de conselheiros e diretores do Instituto Legado, além de investidores sociais e o diretor da Nuvem Mestra (representante da Google for Education), Tony Santos.

“Temos a capacidade de transformar a sociedade para melhor. Esse é o propósito do Instituto Legado”, afirmou o fundador e presidente do IL, James Marins, durante sua fala sobre movimento transformador massivo. “Através do empreendedorismo social, nós participamos do modo como será a nossa sociedade”, completou.

Como incentivador de conexões e formação de rede, o Instituto Legado anunciou uma importante parceria com o Programa Impulso, iniciativa do Instituto GRPCOM que oferece ferramentas e capacitação para Organizações da Sociedade Civil. Dez formações do Impulso serão oferecidas para a turma de Fortalecimento Organizacional do Projeto Legado. Dessa forma, as duas instituições unem forças para gerar empoderamento e fortalecer o ecossistema de empreendedorismo social.

Diversidade

A principal característica da turma 2018 é a variedade de causas e soluções, algo que já era perceptível em outras edições, mas que se mostrou ainda mais latente este ano. Só na área de educação, por exemplo, há diferentes temáticas: educação em direitos humanos, educação do campo, educação financeira, educação infantil, educação ambiental e educação profissional. Na área de sustentabilidade, há desde grupos que se mobilizam para limpar rios até a organização que utiliza casca de coco para tirar petróleo dos mares. A área de tecnologia está representada por iniciativas de financiamento coletivo, conexão de ONGs com voluntários, entre outras. Não acaba por aí. Saúde, esporte, causa das pessoas transexuais, movimento negro, assistência social e cultura também marcam presença no edital deste ano. Ao longo do período de capacitações, vamos contar um pouco da história de cada uma delas